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A culinária oriental apresenta baixos teores de gordura e baixos índices calóricos, o que promove enormes benefícios para a saúde como a manutenção do peso corporal e a prevenção da obesidade. Diversos ingredientes utilizados no preparo dos alimentos ainda possuem propriedades benéficas para a saúde, como o peixe, o gengibre, o arroz e as algas. E o melhor: além de saudável, a culinária oriental é deliciosa!


Conheça MITOS x VERDADES sobre a culinária oriental. 

[Fonte: Yahoo - Mulher]

Verdade – Wasabi ajuda na digestão 

Além de ser uma ótima e indispensável combinação com peixes crus, a raiz forte (wasabi) ajuda no processo digestivo e é altamente bactericida. Ele é rico em potássio, cálcio, magnésio e fósforo, assim como óleos voláteis, como o óleo de mostarda e, por isso, oferece benefícios à saúde por apresentarem propriedades antibióticas. 

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Verdade – Missô “pasta de soja” ajuda a melhorar a elasticidade da pele

A substância que o missô produz no corpo ajuda também a melhorar a elasticidade da pele. Essa substância aumenta a quantidade de colágeno, e também o suor, que é muito importante para a elasticidade da pele. Com isso, ela fica mais jovem e hidratada.

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Verdade – Comida japonesa previne o envelhecimento?
Graças ao Ômega 3, gordura “do bem” encontrada nos peixes utilizados no preparo das refeições, como o salmão e o atum, quem consome a comida japonesa de maneira equilibrada, consegue prevenir o envelhecimento precoce e ainda estimula a saúde do cérebro.
O consumo sem exageros aumenta os níveis do ômega 3 no organismo, presente em carne de peixes que são à base do cardápio japonês. A substância auxilia na diminuição dos níveis de triglicerídeos e colesterol ruim LDL, enquanto aumentam os níveis do colesterol positivo o HDL, além de atuar no combate a alergias e processos inflamatórios.

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Verdade – Alimentos como Sushi e Temaki são ricos em cálcio
O que acontece é que a alga que envolve os sushi e sashimi são ricas em cálcio, algumas ainda contam com uma dose de proteína e ferro.

Mito – Gestantes não podem comer comida japonesa 
A toxoplasmose pode ser transmitida de mãe para feto e geralmente é adquirida pela ingestão de alimentos contaminados, em especial carnes cruas ou mal passadas, principalmente de porco e de carneiro.
Outro vilão que da fama a este mito é o metil-mercúrio encontrado em alguns peixes. Acontece que a maioria das espécies utilizadas na culinária japonesa não possui alta concentração dessa substância. Portanto, o consumo moderado de comida japonesa não prejudica nem a mãe e nem o bebê. Além disso, comida japonesa não é só peixe cru! Confira nosso Cardápio e descubra as delícias que temos aqui

DICA para as grávidas: experimentem nossas sobremesas!

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Mito - Shoyu aumenta a pressão arterial
Shoyu é um molho a base de soja rica em nutrientes. A má fama se deve ao uso do molho shoyu em pratos onde já exista a adição de sal de cozinha, o que não é comum na culinária japonesa. O ideal é dispensar o uso de sal de cozinha quando a intenção é utilizar shoyu como molho.

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Mito - Shoyu faz mal à saúde
O shoyu, a base de soja, pode ser muito benéfico quando consumido de forma correta. Isso porque a soja, presente também no tofu, ajuda a diminuir os níveis de colesterol no sangue, combatendo o acúmulo de placas de gordura. Mas atenção, o shoyu contém muito sódio, por isso, deve ser consumido com moderação, principalmente por aqueles que sofrem de pressão alta.


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Saquê: curiosidades sobre o fermentado japonês

[Fonte: http://vejasp.abril.com.br/materia/saque-mitos-verdades]

 

A culinária japonesa, principalmente no que diz respeito a sushis e sashimis, conquistou grande popularidade em São Paulo. A paixão dos paulistanos pelas receitas orientais é tamanha que os restaurantes típicos na cidade concorrerem em número de casas de igual para igual com as tradicionais churrascarias. E quando duas culturas tão diferentes se encontram à mesa, é tanto possível quanto provável que alguns costumes se transformem, dando espaço a novos sabores, misturas, receitas. As temakerias, inventadas em São Paulo e difundidas pelo Brasil, são um bom exemplo.

O modo de degustar o saquê também foi reinterpretado pelo brasileiro. Aqui a bebida é servida com sal, ao contrário de como é feito no Japão. “É difícil saber como surgiram esse e outros hábitos”, diz Yasmin Yonashiro, especialista na bebida. “Mas não podemos dizer que são errados. Eles fazem parte da nossa cultura.”

Entenda abaixo por que os especialistas não recomendam colocar sal na borda do copo e conheça outros traços do universo do saquê que foram “abrasileirados”:

Sal na borda do copo

Apesar de não haver relação com a moda brasileira, não se sabe ao certo como surgiu a ideia de associar sal à degustação da bebida.

“No Japão, durante a II Guerra Mundial, quando o conflito afetou a produção e a qualidade da bebida, o saque era consumido com sal para disfarçar o gosto ruim”, diz a sommelier Yasmin Yonashiro.

O ingrediente, porém, é um condimento poderoso: em grande quantidade, impregna o sabor dos alimentos. Com o saquê não é diferente. Ao longo do último século, o fermentado de arroz foi aprimorado e atingiu diferentes graus de refinamento e complexidade. O sal camufla, portanto, seus diversos aromas e sabores. Sinal vermelho para o sal. (fonte: vejasp.abril.com.br)

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Copo quadrado?

No Japão, o saquê costuma ser tomado em copinhos de cerâmica (choko). Aqueles que usamos por aqui, quadrados e achatados (massu), são, na verdade, próprios para cerimoniais e também uma forma de medida. Uma opção recomendada é apostar em taças de cristal, como faz sommelier Yasmin Yonashiro. “A bebida é valorizada, tanto em relação ao sabor, quanto ao aroma, e fica mais fácil perceber as diferenças entre cada tipo de saquê”, explica.

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Sem desperdício

É muito comum deixar transbordar saquê no momento de servir. Mas essa “tradição” que construímos não faz parte do ritual. “O japonês não desperdiça nada, nem um grão de arroz”, diz Yasmin.

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Quentinho também vai bem

No Brasil, devido às altas temperaturas, é muito comum tomar o saquê um pouco mais frio, quase gelado. Talvez por isso pouca gente conheça a versão quente. “Trata-se de uma bebida versátil, que pode ser degustada de 5º C a 55º C, dependendo do rótulo”, diz Yasmin. “Ao aquecer o saquê, parte do álcool tende a evaporar, o que intensifica o sabor do arroz.” A bebida quente vai bem em dias frios — e vice-versa —, mas é preciso tomar cuidado para escolher um rótulo que permita elevar a temperatura sem alterar suas propriedades. Nestes casos, os ditos superpremium não costumam ser recomendados.